Porque tem eco a angústia de viver, eu grito  — esgarço a goela com meus instintos. Porque tem troco a injúria de pensar, eu surto — sangro o papel com meus escritos. O mundo é meu trauma. Minha linguagem é o desespero. Engolindo a mágoa, vomitando o choro, o testamento da palavra é infinito. Nada mais que tudo isso.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog